Reforçando as ações de enfrentamento à violência contra as mulheres, a Patrulha Maria da Penha de Arapongas e Delegacia da Mulher realizaram ações de apoio à Campanha Estadual de Combate ao Feminicído.

Em locais estratégicos, a Patrulha Maria da Penha tem feito a colagem de cartazes que trazem as seguintes mensagens: “E você, Homem? Sabia que é possível ter um relacionamento saudável? Sem uso de violência? Reflita sobre sua vida, e peça ajuda nos serviços especializados de sua comunidade”.

A mensagem tem ligação com o projeto de reabilitação para autores de violência doméstica e familiar (SIGA), que conta com a parceira da Prefeitura de Arapongas, em conjunto com a 1ª e 2ª Varas Criminais do município, implantado em 2017.

Serviços vinculados

Secretaria de Assistência Social e Saúde têm sido fundamentais nesta rede de atendimento às vítimas, agindo efetivamente de maneira integrada, através de atendimentos em grupos semanais.

Reforço das Ações no Paraná

De acordo com a Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, uma das ações de trabalho é a que visa a adoção de um protocolo para investigar, processar e julgar com perspectiva de gênero as mortes violentas de mulheres. A adoção do protocolo utilizará como base diretrizes nacionais com o objetivo de contribuir para que as investigações policiais de mortes violentas de mulheres e seus correspondentes processos e julgamentos sejam realizados com a perspectiva de que podem ser decorrentes de razões de gênero.

Identificar

A campanha de Combate ao Feminicídio reforça pontos que identificam situações de violência. Mulheres vítimas de agressão costumam relatar acidentes com frequência, apresentar lesões incompatíveis com os relatos dos acidentes, ter hematomas, queimaduras, contusões e fraturas.

Há situações de humilhações diante de familiares e amigos, restrição de liberdade (ser proibida de trabalhar, estudar e sair de casa). Outros sinais são relatos, por parte da vítima de violência, de dores de diversas naturezas, isolamento e mudanças frequentes de emprego ou endereço, baixa autoestima, insônia, medo e sentimento de culpa e depressão, além de transtornos alimentares.

Lei de combate ao feminicídios

A Lei Estadual de Combate ao Feminicídio – implantou em todo o Paraná, o Dia de Combate ao Feminicídio, data da morte da advogada Tatiane Spitzner. Tatiane foi encontrada morta após cair do prédio onde morava, em Guarapuava. Segundo laudo do Instituto Médico-Legal (IML) a morte foi causada por asfixia mecânica e o então marido foi acusado pelo Ministério Público do Paraná de homicídio qualificado por motivo torpe, asfixia mecânica, dificultar a defesa da vítima, além de feminicídio.

Leia mais em https://www.arapongas.pr.gov.br/7935_noticia_patrulha-maria-da-penha-e-delegacia-da-mulher-apoiam-campanha-estadual-de-combate-ao-feminicidio.

Paraná: Patrulha Maria da Penha e Delegacia da Mulher apoiam Campanha Estadual de Combate ao Feminicídio

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